Juventude em Ação
Juventude em Ação

O CONSELHO DA EUROPA defende que as políticas de juventude servem para criar condições e oportunidades de aprendizagem e cidadania ativa, que permitam aos jovens desenvolverem competências, autonomia e autoestima para integrarem a vida social, laboral, cultural, política e económica.

O setor da juventude deve potenciar a educação não-formal, o voluntariado, o associativismo, a participação, a criatividade, a aprendizagem intercultural, a informação e aconselhamento, o apoio entre pares e com adultos e a prevenção de riscos.

As políticas de juventude podem representar o compromisso e prática de um governo para assegurar a qualidade de vida e oportunidades para a população jovem, sendo que os jovens devem ser encarados como um recurso e não como um problema, e devem ter condições para participar ativamente na formulação e implementação das políticas de juventude.

O portefólio europeu de youth leaders e youthworkers refere que a principal missão das políticas de juventude é capacitar os jovens para a cidadania ativa, devendo promover o bem-estar (mental e físico), providenciar aprendizagens (formais, não-formais e informais), garantir a inclusão (integração na sociedade) e empoderar os jovens a participar (acesso aos processos de decisão).

O artigo 70º da Constituição da República Portuguesa é dedicado aos Direitos da Juventude e defende que 'a política de juventude deverá ter como objetivos prioritários o desenvolvimento da personalidade dos jovens, a criação de condições para a sua efetiva integração na vida ativa, o gosto pela criação livre e o sentido de serviço à comunidade'.

Conselho Municipal de Juventude
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